Histórias cor-de-rosa

Desde pequena que sou viciada em novelas, especialmente nas brasileiras. As minhas preferidas são sem dúvida as histórias de época. Com amores impossíveis, situações diferentes do quotidiano, personagens caricatas e engraçadas, onde o mundo é cor-de-rosa e onde queremos entrar e viver.
Apesar de não ser de época, a novela que estou a seguir retrata um mundo completamente diferente do presente, onde o progresso chega muito lentamente. PARAÍSO, novela passada numa cidade do interior, conta a história de amor entre a Santinha e o Filho do Diabo, e mais umas quantas peripécias dos habitantes daquela pacata cidade. Mais um grande sucesso da Globo, que é cada vez mais uma grande máquina de fazer novelas e talentosos actores.

É também uma novela com uma banda sonora fantástica, deixo-vos a linda música de Paula Fernandes & Almir Sater – Jeito do Mato:

Recordar Disney

Longe vão os tempos de criança, mas os bons filmes de animação da Disney duram para sempre, quem não se lembra da linda história da Bela Adormecida, da Bela e o Monstro, da Pequena Sereia e muitas outras, sem dúvida os contos de princesas eram os meus favoritos, as cassetes rodavam vezes sem conta no vídeo e sabia todas as canções de cor.
Sem dúvida digo, a técnica pode avançar mas os grandes clássicos já mais serão igualáveis.

Para mim a mais bela canção dos filmes de animação da Disney:
Pocahontas – Colors of the wind (versão portuguesa)

Cleópatra - A Rainha do Egipto


E começam os preparativos para mais um Carnaval!

Carnaval 2010 com a presença dos Unidos do Mato Grosso...e Cleópatra como enredo!

Cleópatra, a mais famosa rainha do Egipto, ficou célebre pela sua inteligência, ambição e sensualidade. Ingredientes para um fantástico enredo..e um óptimo ano de Samba!!

Quebra tudo MATO GROSSO!!

Hoje eu vou pagodear

Hoje tirei um bocadinho da minha manhã para pesquisar acerca do significado e origem do termo “Pagode”.
No presente, “Pagode” é considerado como um género musical brasileiro, mas nem sempre foi assim, na verdade, este termo é bastante antigo, e a sua origem provém das festas que eram feitas pelos escravos nas senzalas.

Com o fim da escravatura, este nome foi adoptado no Brasil como forma de simbolizar festas cariocas recheadas com muita comida, bebida e samba! Só após a década de 70, é que se começou a associar os sambas feitos por grupos musicais brasileiros ao termo “Pagode”, e assim o género se espalhou!

Deixo-vos aqui fantásticos pagodes, e alguns nomes dos mais conceituados pagodeiros do Brasil :)

- Fundo de Quintal: Hoje eu vou pagodear / A Batucada dos nossos tantãs / Não tá nem aí

- Jorge Aragão: Coisa de Pele / Conselho / Do fundo do nosso quintal

- Beth Carvalho: Camarão que dorme a onda leva / Coisinha do pai

- Zeca Pagodinho: Uma prova de amor / Deixa a vida me levar / Verdade

Em Portugal, nos últimos anos, começaram a surgir cada vez mais grupos musicais que seguem este estilo.

Na Figueira da Foz, destaco claro “Bagunço no Boteco”, não fosse eu passista Mato Grossense e este grupo formado por elementos da bateria desta escola.

Não faltem aos pagodes do Bagunço pois eles são sempre recheados de surpresas!!

E em Portugal, o grupo mais antigo e conceituado, o grupo "Samba Lêlê".

"Não deixe o samba morrer
Não deixe o samba acabar
O morro foi feito de samba
De Samba, prá gente sambar..."
(Alcione)

Numa roda de samba perto de si... :)

Tempo de Estudante

Já lá se vai o meu tempo de Estudante. Mas Coimbra não pára, e apesar de longe da vida académica, este ano tenho sentido de perto, todos os dias desta semana, o verdadeiro espírito académico que se vive nesta cidade.
Hoje apetece-me recordar o meu percurso e experiência.
Em Setembro de 2002, eu e o meu amigo Nuno, entramos com o pé direito na Faculdade de Economia cheiinhos de medo das temidas praxes e doutores. E nem foi preciso chegar à porta da faculdade para sermos logo reconhecidos como caloiros e adoptados por madrinhas e padrinhos.
Eu confesso que não fui muito praxada, acho que fui uma rara excepção naquele dia, por incrível que pareça fiquei a assistir à praxe dos caloiros ao lado dos doutores.
Entre jantares e convívios, o primeiro ano passou, muitas saudades daquele ano, vestir o fato académico pela primeira vez, a primeira queima, a serenata, o cortejo,...
Dois anos se passaram, muito estudo, põe grelo, tira grelo. E chegou finalmente o “ano do carro”! Estávamos em 2005…
Foi um ano a preparar o dia do Cortejo. Este foi sem dúvida o melhor dia que vivi em Coimbra, o dia em que fui no fantástico 13…mas antes dele muito trabalho, muitas horas a fazer flores vermelhas e brancas, a vender canetas e isqueiros, a assistir a reuniões e mais reuniões. Mas valeu apena, porque o espírito vivido no “SOS economia” compensou todo esse esforço.
Em 2007, fui finalista, pus a Cartola e Bengala, benzi a minha pasta e despedi-me da Queima e da Vida Académica.
No presente, trabalho mesmo ao lado do largo D.Dinis, e aqui observo o que é Coimbra!

E para Coimbra não vai nada, nada, nada. TUDO!!!

Saudações Académicas

Último dia de Verão…

Adoro o Verão, para mim devia ser todo o ano!
Detesto frio, chuva, camisolas e casacos. Mas hoje, dia 21 de Setembro é efectivamente o dia de viragem, e amanhã começa mesmo o Outono. E pronto, tenho de me conformar…
A queda da temperatura e o amarelar das folhas das árvores são as principais características da estação que aí vem, apesar de nos dias de hoje essa mudança já não ser tão evidente e acontecer mais tarde, o facto é que acontece…
E os chinelos, bikinis e toalhas de praia vão para lavar e são arrumados nas gavetas.

Se ao menos ainda gostasse de castanhas, mas nem isso!

O facto é que as pessoas ficam mais sisudas e deprimidas. Por isso, acho que onde eu estava mesmo bem era no Brasil com calor e alegria todo o ano! :)

Verão VOLTA estás perdoado!!

Memórias Recentes

Já lá vão quase 6 anos desde que pisei o palco da SIT pela primeira vez.
Tudo começou pela substituição de uma desistência e pronto, fui ficando. Estreei-me em 2004, na peça “Marcha do Centenário”, nas comemorações do Centenário da SIT. Belas recordações desse tempo, espectáculo majestoso e completo, com casa cheia durante vários meses. Depois seguiu-se, nesse mesmo ano, “O pequeno Imperador”, de Atílio Bari, grande desafio para mim e para a Vanda, dois passarões repetitivos, nada do que eles diziam tinha uma lógica.
No ano seguinte, mais uma enorme produção, “O Leque de Lady Windermere”, de Óscar Wilde, desta peça faço referência o espectáculo no CAE, sala cheia, e muita emoção na hora das palmas, 800 pessoas de pé a aplaudir! Arrepiante acreditem…
Nos anos seguintes, seguiu-se o “Velho da Horta”, de Gil Vicente, “Médico à Força”, de Moliére, etc…
Mais recentemente, em Janeiro deste ano, “La Nonna”, de Roberto Cossa. Sem dúvida a peça mais divertida que fiz. A história de uma avó centenária que não parava de comer, levando a família à ruína. Onde fazia uma personagem com uma profissão um pouco duvidosa...
Para o próximo ano a SIT promete novamente um espectáculo fantástico, esperem para ver!!